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Bancos disputam crédito imobiliário com guerra de taxas de juros

Publicado em 02 de Outubro de 2019 às 02:44 AM

Na esteira de mais um corte dos juros básicos da economia, anunciado na semana passada pelo Comitê de Política Monetária (Copom), os bancos privados deram início a uma ofensiva no mercado de crédito imobiliário. Após o Itaú ter anunciado, na sexta feira, uma queda na taxa mínima de 8,30% ao ano mais taxa referencial (TR) para 7,45%, ontem o Bradesco seguiu o movimento: redução de 8,10% para 7,30%, a menor taxa do mercado. Os dois maiores bancos privados disputam a vice-liderança do setor, dominado pela Caixa Econômica Federal, tanto em volume quanto em valor de concessões.

Com a reação das duas instituições, considerando as cinco maiores do mercado, a taxa mínima para linhas de financiamento do segmento abre o mês de outubro com média de 7,91%, queda de 0,33 ponto porcentual. Em julho, o Santander também já havia reduzido a sua taxa de 8,50% para 7,99%.

Questionado, o banco espanhol não descarta novo corte para as próximas semanas, apesar de estar mais centrado, neste momento, em linhas de crédito pessoal. Hoje, anuncia redução de 1,05% para 0,99% em seu produto de empréstimo com garantia de imóvel. Conhecido por home equity, espécie de hipoteca, linha é defendida pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

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Momento econômico favorece compra de imóveis segundo corretores

Publicado em 04 de de 2019 às 09:25 AM

O otimismo no mercado imobiliário, que é embasado pela projeção de inflação máxima de 3,54% para 2019, pelo aumento do teto do valor dos imóveis que se enquadram no Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e pela previsão de crescimento de até 15% nas vendas de unidades residenciais neste ano, ganhou um novo reforço.

A Caixa Econômica Federal anunciou em agosto uma nova modalidade de financiamento: o crédito imobiliário com correção pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é o índice oficial da inflação, medido mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesse caso, os juros prefixados são menores. A taxa mínima será de 2,95% e a máxima 4,95% ao ano.

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